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Saltos de Cristal

Saltos de Cristal

Tofu mexido com cogumelos e espinafres!

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Ingredientes:

- 70gr cogumelos
- 150gr cogumelos
- Cenoura ralada
- Alho francês
- Sal, azeite e pimenta
- Tomilho
- Sementes de sésamo e linhaça

 

Receita:

Aloure os cogumelos laminados num fio de azeite. Acrescente a cenoura ralada e o alho francês cortado em cubinhos.
À parte, esmague bem o tofu e acrescente aos ingredientes anteriores. Tempere com sal, pimenta e tomilho a gosto e deixe cozinhar até que o tofu tenho uma aparência semelhante a  ovos mexidos. Adicione os espinafres e acrescente umas pitadas de sementes de sésamo e linhaça.
Sirva quente.

Como temperar tofu?

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Recentemente comecei a testar novas receitas e novos ingredientes de forma a fugir um pouco à carne e ao peixe e encontrei no tofu uma excelente alternativa às proteínas animais. Não, não pretendo tornar-me vegetariana mas variar é bom e tento ser o mais saudável possível. 

 

No entanto nem sempre é fácil dar sabor ao tofu e por isso deixo-vos algumas sugestões para tornarem o vosso prato ainda mais saboroso (e mesmo assim, muito saudável).

 

Não existe uma fórmula mágica, é preciso adaptar o tempero à receita e ao nosso gosto. Antes de temperar deve-se escorrer o tofu para retirar a água em que este vem conservado (o tofu funciona como uma esponja, se estiver cheio de água não irá absorver os temperos), para isso pode-se espremer ligeiramente com as mãos, tendo o cuidado de não desmanchar o tofu e/ou colocá-lo entre dois panos com um objecto por cima a exercer peso.

 

Quanto aos temperos...o céu é o limite! Podem experimentar com molho de soja, polpa de tomate, leite de coco light, azeite, sumo de limão, ervas aromáticas, pimentão doce ou paprika, curcuma ou acafrão, etc

 

O tofu deve ficar nesta marianada, por pelo menos 30 minutos, (quanto mais tempo tiver, mais sabor irá absorver). E depois, pode ser confeccionado da mais diversas formas: grelhado, salteado, estufado e/ou assado. 

 

Experimentem e digam-me se gostaram.

 

Mantenha-se hidratado com as garrafas mais fashions deste Verão!

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Deixe de encarar o ato de beber água como um sacrifício no seu dia a dia – com as novas garrafinhas YOYOSO. Na mala de praia, na secretária, na lancheira, na mochila, são vários os formatos, cores e tamanhos, que vão tornar este hábito uma ação divertida e saudável dos seus dias. Não há como não matar a sede, porque vai querer andar a desfilar a sua nova aquisição pelo areal, à beira-mar, com todo o estilo digno de uma revista ou blogue de lifestyle. E como qualquer acessório de moda que se preze, pode ser reinventado e conjugado com o seu guarda-roupa de época balnear.
 
 
Não espere por ter sede, porque quando isso acontecer já estará a desidratar. E se o seu objetivo for reduzir a sua pegada ecológica, deixando o plástico fora da sua rotina diária, saiba que tem à sua disposição algumas embalagens revestidas de trigo orgânico natural, um material com alto teor ambiental e, por isso, biodegradável.
 
 
Visite a primeira loja YOYOSO no piso 0 do centro comercial Dolce Vita Tejo e fique a conhecer a paleta de tons e os formatos adoráveis das garrafas mais cool da estação mais leve e aguardada do ano. O leque de opções é extenso, portanto tudo o que tem de fazer é escolher a sua predileta e começar a preparar receitas para toda a família, com um splash de cores garridas e um toque sumarento de frutas tropicais. Incentive também os seus amigos e familiares a beberem água de uma forma criativa, para que consigam controlar a quantidade que vão ingerindo ao longo do dia e nutrirem o corpo de energia positiva.

Uma ida à Tailândia...sem sair de Portugal!

Tailândia, Tailândia… Está na moda, bem sei, mas é um destino que tem sido trazido à mesa de debate de férias frequentemente! Como temos que começar por algum lado, juntámos uns amigos para iniciar a viagem pela via gastronómica e lá rumamos nós, rumo ao restaurante Siam Square, no Saldanha, numa sexta-feira à noite.

 

Despercebido na rua Luís Bívar, a sala do Siam Square tem alguns apontamentos tailandeses mas é nas fotos espalhadas na sala e corredor que nos perdemos no País dos Sorrisos.

 

Completamente perdidos, já que, para nós comida tailandesa resumia-se a Pad Thai, optámos por um mix de entradas que incluía Po Plat Tond (crepes de galinha) e Po Plat Pak (crepes de legumes) em tudo semelhantes aos já conhecidos crepes chineses. Provámos ainda Satay (espetadas de galinha com molho de amendoim), que já tínhamos comido no Festival da Tailândia, em Belém mas que, na altura, não nos convenceu. Desta vez gostámos e aprovámos, muito possivelmente pelo molho de amendoim com que eram cobertas e que lhes deu um toque diferente daquilo a que estamos habituados mas delicioso. Totalmente novo, para nós, era o Po Pla Pak (massa de arroz fresca enrolada com legumes e camarão cozido) e o Tung Thong (Wan Ton de carne de porco), uma carne picada envolta numa massa crocante deliciosa, que, no final, acabou vencedor do prato das entradas!

 

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As bebidas também eram tailandesas. A cerveja Singha que não desiludiu, e refrigerantes de lata que deixaram um bocadinho a desejar. Um de manga que parecia polpa de manga enlatada e outro de líchias já melhorzinho mas, ainda assim, acabámos por pedir água, vá-se lá saber porquê!

 

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Como somos todos amiguinhos do coração e gostamos de partilhar, pedimos 4 pratos principais e todos comemos de tudo.

 

O primeiro a ser exposto ao nosso raio-x, foi o Matsaman Kia, um creme de caril matsaman com galinha, côco e amendoim. A vontade era tanta que só depois de comer é que percebi que não tinha tirado fotografia mas, visualmente, parecia strogonoff. Vão ter que lá ir para verem por vocês mesmos! Para terem noção, até quem não gosta de caril, gostou deste prato. O coco não sobressaía mas o amendoim sim e o toque que dá é delicioso.

 

Seguimos entusiasmadíssimos para o Pad Thai. Nada grita mais Tailândia do que um Pad Thai, certo? No festival da Tailândia não fiquei fã mas que remédio tenho eu que aguentar porque, quando concretizarmos o plano de férias, não haverá muitas opções! Repeti para mim mesma: “entre um Pad Tahi e um escaravelho, escolho o Pad Thai” e, verdade seja dita, era MUITO bom… Mesmo (garanto-vos que não é só para parecer bem e não ser crucificada por não ser a fã número 1 de Pad Thai)!!! O meu problema com o Pad Thai não é o sabor, é a textura. Os noodles são sempre muito cozidos e ficam muito mole. Eu gosto da massa al dente e este Pad Thai estava assim, não sei se propositadamente ou por acaso mas estava delicioso assim para mim (claro que opiniões contrárias se fizeram ouvir mas é não mexer para não estragar, Sr. Cozinheiro). Tinha uma camadinha de ovo por cima que ficou bem estaladiço e, claro está, o bom do amendoim!

 

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Passamos então para o salteado Kai Kung Pad Yod Kaophot (galinha com camarão salteados com milho novo e cogumelos) e aqui houve de tudo: quem adorou, quem detestou e quem deu um nhé. Eu fui essa do nhé. Nada de especial, nada de novo, nada de diferente!

 

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O último prato do nosso escrutínio foi Kung Cham Rort (camarão frito com molho agridoce). Apesar de não ser nada de novo, também não desiludiu! Era realmente bom! A curgete e os brócolos combinavam bem com o molho, foi uma escolha segura mas que serviu para nos deixar satisfeitos a todos.

 

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E chegamos ao momento aguardado da noite: a sobremesa (mil vivas para a sobremesa)! Quase tão conhecido como o Pad Thai, é o Kao Nlew Memoang (conhecido como Mango Sticky Rice, ou, por terras lusas, arroz cola/pegajoso com manga). É, provámos e…. (rufar de tambores)… ninguém gostou!!!! Ninguém mesmo! Não forma só os esquisitos (e se lá estava gente esquisita)! É arroz branco, quente, pegajoso e em leite de coco, com pedaços de manga que foi o que salvou a coisa!

 

Talvez tenha sido a desilusão desta sobremesa que acentuou ainda mais a seguinte: o maravilhoso Moh Gaeng Kao Luck, ou pudim de castanha com açúcar de palma. Quem gosta de castanhas, vai A-DO-RAR este pudim caramelizado. Uma delicia que vale mesmo muito a pena provar!

 

Para finalizar, um gelado de maracujá e lima com manjericão. O mais seguro que não desiludiu mas também não surpreendeu!

 

Em suma, conseguimos perceber que, à fome não morreremos na terra dos sorrisos mas não prometemos que, ao chegar cá, não tenhamos um AVC com tantos fritos ingeridos! Mas isso fica para outras viagens…

 

Siam Square Menu, Reviews, Photos, Location and Info - Zomato

Cantinho do Avillez: um jantar muito especial!

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Escolhi o Cantinho do Avillez, no coração do Chiado, para um jantar especial e a experiência não podia ter sido melhor. Reservei mesa para duas pessoas para as 19h00 e às 18h50 já estavam mais de 10 clientes à porta do espaço. Um claro sinal do nível de notoriedade que o chef alcançou ao longo dos seus pelo seu trabalho.

 

Entrei com entusiasmo no restaurante e fui atendida com muita simpatia. Alias, o staff mostrou-se sempre atento, prestativo e simpático, mas sem cair no excesso. Deu-me a liberdade de desfrutar da refeição em tranquilidade, mas sempre com um atendimento de excelência. Só por isso estão, claramente, de parabéns!

 

O espaço é pequeno, mas muito bem decorado, e a iluminação encontra-se no ponto certo, criando uma atmosfera intimista.

 

Em relação à refeição, foi difícil escolher as entradas, perante tanta oferta. Fiquei, literalmente, com água na boca... No entanto, acabei por pedir três dos "petiscos" mais conhecidas da casa: Farinheira com broa milho (enchido de porco tradicional assado no forno com crosta de broa de milho e coentros), Vieiras marinadas com creme de abacate e crumble de pão alentejano e Tártaro de atum com sabores asiáticos (atum fresco, picado à mão e marinado, servido com tostas caseiras). Estive quase para provar o Queijo de Nisa ligeiramente assado com presunto de porco alentejano e mel de rosmaninho, mas ficou para outra oportunidade. Estava tudo sublime como podem ver pelas fotos mas a grande vencedora da noite foi mesmo as vieras marinadas. O sabor, a textura, a frescura….uma verdadeira explosão de sabores que desfez-se na boa como num passa de mágica.

 

Terminado esta primeira parte da degustação, avancei para o prato principal. Pedi os famosos Carabineiros do Algarve com molho thai e as Vieiras com batata-doce de Aljezur, espargos verdes e tomate. Apreciei ambos, mas o molho dos Carabineiros é, realmente, “fora de série”. A qualidade é inegável. Mas só mesmo experimentando para saber. Recomendo que vão a este espaço nem que seja para experimentar este prato. Vale muito apena!

 

Já de barriga cheia, nem preciso de dizer que ainda arranjei espaço para provar as sobremesas do Chef, certo? Ceeeeeeerto! 


Já tinha ouvido falar muito bem da Avelã 3 e, realmente, merece cada elogio que recebeu. Esta delícia consiste num mix de gelado de avelã, espuma de avelã, avelã ralada no momento e flor de sal. Tudo servido num copo, em camadas. Sugiro que “mergulhem” a colher na tigela e experimentem todas as camadas de uma só vez. Garanto que é sublime e nada enjoativo.

 

Provei ainda o Leite-creme de laranja e baunilha e fiquei encantada. Muito bem confecionado e queimado em cima na medida certa. A suavidade do leite-creme aromatizado com laranja e baunilha contrasta com uma crocante camada de açúcar caramelizado na perfeição.  E assim terminei uma refeição que se revelou fascinante do início ao fim.

 

Quanto às bebidas, optei por um sumo de laranja natural e sem açúcar pois como era dia de semana (e de trabalho eheheh) preferi não me aventurar nos tentadores cocktails e vinhos disponíveis no espaço.

A experiência superou todas as expectativas e espero em breve ter a oportunidade conhecer  os restantes restaurantes do Chef AVillez. São por momentos gastronómicos destes que vale a pena viver!

 

Contactos:

Morada: Rua dos Duques de Bragança, 7, Chiado, Lisboa

Telefone: 21 1992369

Cantinho do Avillez Menu, Reviews, Photos, Location and Info - Zomato

Float in Spa: Massagem Summer Fresh!

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Com o stress do dia-a-dia é "normal" estarmos cansados e com dores no corpo. Para além do trabalho, temos inúmeras obrigações, quer sejam as constantes lides domésticas ou os eventos sociais a que temos de ir e estar presentes, e para "ajudar à festa" ainda “castigamos” o corpo com treinos diários no ginásio. Eu, confesso, que atingi um ponto de exaustão crítico. Tinha dores nas costas, nos combros, na lombar e uma sensação de cansaço extremo desde o acordar até ao deitar. E por isso, decidi procurar ajuda profissional para cuidar do meu maior templo: o meu corpo.

 

Após fazer uma breve pesquisa na internet e falar com algumas amigas, descobri o Float in, e o facto de ser um conceito único de spa, que se define como “o refúgio perfeito para o total relaxamento e recuperação de energias” cativou-me. Decidi experimentar umas das terapias disponíveis e como estamos em plano Verão, nem pensei duas vezes. Apostei na Massagem Summer Fresh.

 

Summer Fresh é uma massagem de assinatura Float in que utiliza uma mistura de Aloé Vera com óleos essenciais de hortelã-pimenta, alecrim, cânfora e eucalipto. E porquê estas essencias? Ora bem, porque a hortelã-pimenta estimula a circulação sanguínea, a cânfora tem propriedades calmantes, o eucalipto é descongestionante e o alecrim é um ótimo estimulante, 

 

Por sua vez, o Aloé Vera tem propriedades regenerativas, tornando esta massagem ideal para cuidar da nossa pele após a exposição solar, (o que foi nitidamente o meu caso que até tinha um leve escaldão apesar de ter todos os cuidados com a pele). Para além de ser hidratante, o Aloé Vera é antibacteriano e fortalece as fibras de colagénio, prevenindo o envelhecimento da pele e a perda de elasticidade.

 

Para tornar esta massagem um tratamento relaxante e revigorante em simultâneo, são realizados movimentos profundos, com uma pressão forte e ritmada, onde se incluem também alongamentos e amassamentos. Mas o que destaca esta massagem de outras massagens é o movimento de assinatura: a “Onda”. Ao longo de todo o corpo o terapeuta realiza movimento que simulam uma onda do mar, num movimento contínuo de "ir e voltar" em todo o corpo, deixando-o profundamente relaxado, da cabeça aos pés. 

 

Consoante as nossas preferências e necessidades, a pressão da massagem pode ser mais forte ou mais suave. Eu pedi para ter uma pressão forte de forma a "dar cabo" de todas as minhas contraturas e "tensões" e a terapeuta satisfez o meu pedido. O o resultado não podia ter sido melhor: um corpo relaxado, sem dormes e um estado de alma muito zen.

 

Se fiquei satisfeita com a experiência? Sem dúvida! Sinto-me outra! E não foi só da massagem, foi de toda a experiência que a Float in assegura. Desde o momento que entrei no Spa que fui super bem tratada por todo o staff. E até tive direito a um miminho à entrada e à saída: um chá com ervas à minha escolha.

 

Por isso, se têm alguma dor, se precisam de relaxar ou se sentem apenas que têm de dedicar um momento a vocês próprias, façam uma massagem no Float in. É uma óptima sugestão para um final de tarde depois do dia de praia, para começar bem um dia que pretenda dedicar ao seu bem-estar ou para lhe dar uma sensação de férias a meio de uma semana de trabalho. Uma massagem a não perder neste Verão!

 

Aproveitem as promoções e mimem-se! Vocês merecem!

Lasanha de courgette e queijo!

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Em pleno fim-de-semana que tal fazer um prato com muito amor e carinho? O resultado vai ser uma refeição suculenta para degustar com todo a calma do mundo.

 

Ingredientes:

- 2 courgette médias
- 1 ovo
- Queijo fresco magro
- Queijo ricotta magro
- Queijo Mozzarella -30%gordura
- Polpa de Tomate
- Manjericão, sal e pimenta

 

Receita:

Cortar as courgettes ao comprido, em 12 fatias fininhas. Depois, temperar e grelhas as fatias cerca de dois minutos de cada lado. Posteriormente, bater o ovo e misturá-lo com  ricotta, polpa de tomate, o manjericão, alho e um bocadinho de sal e pimenta. Espalhar esta mistura por cima de cada fatia de courgette e fazer pequenos “rolinhos”. Colocar tudo num tabuleiro, previamente untado com azeite, e polvilhar com queijo mozzarella. Levar ao forno por vinte minutos num tabuleiro tapado com papel de alumínio.

Nova tendências: Plumas!

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Este Verão esqueça as sandálias simples e clássicas e "abraçe" os novos modelos com plumas.

 

As plumas, que têm sido usadas de forma decorativa ao longo da história, tornaram-se um pormenor elegante no vestuário, quer na roupa quer no calçado. Se quer estar IN, adira a esta tendência. 

O Mariscador: tentações do mar e do rio!

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Assumindo-se como uma marisqueira tradicional de estilo descontraído e simultaneamente requintado, O Mariscador, do Chef escalabitano Rodrigo Castelo, prima pelo respeito pelos melhores produtos nacionais e pelos tempos de cozedura.

 

Com uma oferta diferenciada, na qual se destacam as camarinhas desidratadas, o “expresso de caranguejo da meia-noite” e o arroz de lavagante descascado, a nova marisqueira de Lisboa reserva, também, outras opções inovadoras como picante de pinças de lagostim do rio e cevadoto de lagostim do rio sem glúten. Homenageando os pescadores da apanha, O Mariscador propõe a “teca” e a “meia teca”, uma seleção de mariscos como ostras, camarão, mexilhão e casco de sapateira para duas e quatro pessoas, respetivamente.

 

Numa carta que pretende fugir aos clássicos das marisqueiras, mas onde se impõe o pão e a manteiga caseiros, O Mariscador garante, também, uma viagem pelos sabores típicos ribatejanos, onde não faltam croquetes de carne de touro, bife à Mariscador com molho de cogumelos, lombo de atum rabilho no prato e prego do lombo (de atum ou de touro) na “pombinha”, pão doce típico de Santarém. Natural do Ribatejo, onde garante, há cinco anos, o sucesso da cozinha da “Taberna Ó Balcão”, em Santarém (vencedora de um Garfo de Prata na edição de 2018 do Guia Boa Cama Boa Mesa), Rodrigo Castelo trouxe, ainda, as memórias dos verões passados na Praia da Nazaré para a Praça do Campo Pequeno.

 

Surpreendendo os clientes no final da refeição, as sobremesas (barquinhos de doce de ovos, bolas de berlim, pastéis de nata, arroz doce, leite creme e mousse de chocolate) são servidas numa caixa em lata, tal como se apresentavam nos areais dos veraneantes.

 

O moderno espaço, assinado pela decoradora Rita Raimundo Glória e embelezado com criações da artista plástica Maísa Champalimaud disponibiliza, atualmente, 70 lugares sentados no exterior e sete lugares, no interior, ao balcão.

Tem um minuto? Parar é urgente!

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Andamos demasiado ocupados, stressados, ansiosos e demasiado cansados para fazer alguma coisa acerca disso. Corremos de um lado para outro, tentamos dar resposta a tudo mas o tempo nunca chega e, no final de cada dia, muitas vezes sobra apenas uma sensação de falhanço e de que o mais importante ficou por fazer, dizer, sentir. É urgente encontrar tempo para viver.

 

A Arte de Parar o Tempo de Pedram Shojai, autor do bestseller internacional O Monge Urbano, apresenta os segredos para aprender a gerir o tempo e atingir a clareza mental tão necessária nos dia de hoje. Ao ajustar o relacionamento com o tempo, encontrando o foco, é possível assumir o controlo dos compromissos e rever as prioridades para que os preciosos dias, horas e minutos sejam gastos com o que é verdadeiramente importante.

 

O livro inclui dicas para todas as dimensões da vida: Família, trabalho, tecnologias, refeições e hobbies

 

Pedram Shojai mostra em 100 lições simples e práticas como reprogramar os hábitos, reduzir o stress, aumentar a energia, abraçar o mindfulness e tornar-se um mestre do tempo. 

 

Sobre o autor: 

Pedram Shojai é autor do bestseller internacional O Monge Urbano (ed. Nascente, 2016) e apresentador do podcast que o complementa: The Urban Monk. É fundador do Well.org, editor da revista BeMore! e produtor dos filmes documentais Vitality (2012), Origins (2014) e Prosperity (2017). No seu tempo livre é também sacerdote taoista, especialista em medicina chinesa, viajante, praticante de kung-fu, um feroz ecologista e mestre de qigong. Trabalha diariamente para a preservação do mundo natural e para ajudar cada pessoa a despertar todo o seu potencial

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